Conecta Fundidos

O material do modelo influencia diretamente prazo, custo e qualidade da peça fundida. Ajudamos você a escolher com base na geometria, no volume de produção e no prazo do seu projeto.
A técnica mais tradicional da fundição em areia: o modelo é confeccionado em madeira por um modelista qualificado e reutilizado a cada novo molde.
Costuma ser a escolha indicada para produções de repetição média a alta, já que o modelo é mais resistente ao manuseio e ao desgaste do que o isopor, permite reparos e ajustes ao longo da vida útil, e entrega bom acabamento superficial na peça final.
No processo de espuma perdida, o modelo em isopor (EPS) é posicionado no molde e consumido pelo próprio metal líquido durante o vazamento — eliminando a etapa de extração do modelo.
É a técnica indicada para peças de geometria complexa ou com detalhes internos difíceis de obter com um modelo removível, e costuma atender bem lotes menores ou peças de caráter prototípico, já que cada modelo tem uso único.
Modelos em resina (poliuretano/epóxi) oferecem alta precisão dimensional e maior resistência ao desgaste do que a madeira, sustentando produções de médio a grande volume sem perder fidelidade de detalhes.
São indicados quando o projeto exige tolerâncias mais apertadas e acabamento superficial uniforme — o investimento inicial é maior que o da madeira, mas se paga na vida útil do modelo em produções maiores.
Cada projeto tem uma resposta diferente — fale com a gente para validar o melhor caminho para a sua peça.
Produção de repetição média/alta, modelo reutilizável e reparável, bom custo-benefício.
Geometrias complexas ou peças prototípicas, modelo de uso único, processo mais ágil.
Alta precisão e durabilidade, tolerâncias apertadas, produções de médio/grande volume.
Envie o desenho técnico pelo WhatsApp e ajudamos a definir a melhor técnica de modelação.